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MÃE

Anita Garibaldi

Ao festejar as mães, valoriza-se a vida
e promovem-se as relações de gratidão e carinho que nos alimentam a todos. No Dia das Mães as famílias se encontram, as crianças se alegram e as mulheres se enternecem.

O Dia das Mães é comemorado por pessoas jovens e idosas, pobres e ricos.

O Dia das Mães não é só um dia, é todos os dias e sempre. Ser mãe é padecer no paraíso.

A vocação mais profunda da mãe é dar a vida ao outro. Ela é completamente mãe quando consegue que o filho seja verdadeiramente outro, autônomo e solidário.

Há uma mulher?

Há uma mulher que tem algo de Deus

Pela imensidão do seu amor

E muito de anjo

Pela incansável solicitude de seu cuidado;

Uma mulher,

Que sendo jovem, raciocina como uma anciã,

E na velhice trabalha com o vigor da juventude.

Há uma mulher,

Que, se ignorante, resolve os segredos da vida com mais acertos do que um sábio

E, se instruída,

Sabe acomodar-se à simplicidade das crianças;

Uma mulher,

Que sendo pobre

Se satisfaz com a felicidade daqueles a quem ama,

E sendo rica,

Daria com satisfação todo o seu ouro para não sofre a dor da ingratidão.

Uma mulher,

Que sendo vigorosa,

Estremece com o choro de uma criança

E, sendo débil, se reverte às vezes com a bravura de um leão.

Há uma mulher,

Que enquanto viva,

Nem sempre a sabemos valorizar,

Porque ao seu lado todas as dores se esquecem,

Mas, à qual, depois de morta daríamos tudo o que temos

E tudo o que somo

Para olhar de novo o seu rosto por um só instante,

Para receber dela uma só palavra?

Esta mulher és tu, mãe?

João Maria da Silva

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