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Seis gerações de marceneiros

Marcelo aprendeu a profissão com o pai e avô marceneiros

  O convívio desde cedo com a marcenaria motivou o anitense Marcelo Rodrigo Zanoni a seguir a profissão e ser a 6º geração da família a trabalhar na fabricação de móveis.

  Na segunda-feira, 19 de março, celebra-se o Dia do Marceneiro, responsáveis por transformar madeira em objetos úteis ou decorativos. Essa é a rotina do filho de Antônio Rogério Zanoni - Toninho e neto de José Afonso Zanoni, e foi com eles que Marcelo aprendeu a profissão da qual tanto gosta.

  Dos três filhos de Toninho, além de Marcelo, Marcos também trabalhou por alguns anos na marcenaria, mas optou por seguir outra área.

  Desde os oito anos de idade, ele já frequentava a marcenaria e gostava de ajudar o avô e o pai. "Quando fiz 12 anos comecei a me dedicar com mais compromisso. Nunca trabalhei em outro lugar, só nesse ramo e também não tive vontade em seguir em outra profissão, me identifiquei desde o início", comenta.

  Na área ele fez cursos técnicos de Design e de Projeto de Móveis. "Estou sempre buscando novos conhecimentos, a fim de ofertar aos clientes o que há de mais novo no mercado, primando sempre pela qualidade", completa.

  Ele e o pai Toninho (62 anos) trabalham juntos com a equipe. Seguir a profissão do pai e avô é uma alegria para o marceneiro. "Sei que estou fazendo a vontade de meu pai e meu avô, e que isso deixa eles felizes. Espero que quando tiver filhos eles também queiram seguir minha profissão. Agradeço ao incentivo deles, são gerações diferentes que vão se adaptando com a realidade do tempo que vivem."

  Marcelo destaca o quanto a tecnologia mudou a forma de trabalho dos marceneiros: "Comparando de tempos atrás para hoje em dia, a tecnologia mudou muito o trabalho na marcenaria, com o uso de máquinas que facilitam tanto tempo quanto mão de obra. Bem como na parte de comunicação com clientes e fornecedores", comenta. 

  Perguntado sobre o que mais gosta na profissão, ele conta que é poder participar de todo o contexto de produção do móvel: "É fazer o atendimento incial até ver a satisfação do cliente com o móvel pronto e montado", explica o jovem, que hoje possui clientes em Anita, região e demais municípios.

  Para o futuro, ele almeja ampliar a empresa, e sempre buscar aperfeiçoamento com cursos e feiras voltadas à área, a fim de oferecer qualidade e inovação constantemente.

 

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