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A CURA PELO AMOR
Por: Jaime Folle
O completo estado de paz interior nos permite vivenciar o amor em sua plenitude e consegue transmitir a tranqüilidade e o bem estar da vida. Amar é esquecer o mal, esquecer o real: é entrar no mundo da paz.
Se amar é tão bom para a saúde, então por que existem tantas doenças, já que a maioria das pessoas diz que ama?
Eis a questão: será que o amor que temos uns pelos outros é verdadeiro e recíproco?
Estou hoje convencido de que o grande drama da vida não é morrer; é não saber viver através do amor.
Morrer em vida, sem ter, de fato, vivido. E não ter vivido significa não ter amado do fundo da alma.
As evidências sustentam a tese de que não se adoece por acaso; a doença vem atender a uma necessidade interior, embora dificilmente se tenha consciência disso. A falta de amor faz as pessoas adoecerem com mais facilidade; neste sentido, o contrário também é verdadeiro: quem se sente amado adoece menos.
Segundo o psiquiatra Marco Aurélio Viana, convém mencionar uma curiosa observação: os loucos internados em hospício e até mesmo os neuróticos dificilmente adoecem por alguma doença orgânica; eles parecem ter saúde de ferro. A razão é uma só: ao perder o vínculo com a realidade, parecem ter perdido também a necessidade de adoecer.
Da mesma forma, é muito difícil alguém portar simultaneamente duas doenças graves, não relacionadas entre si, como um câncer e um enfarto do miocárdio, por exemplo. A explicação é simples: quem já teve um infarto não sofre de câncer. Quem sofre de uma doença, esquece a outra. É quase impossível, segundo o psiquiatra, ter duas doenças graves ao mesmo tempo, uma sobrepõe-se à outra.
Segundo o pesquisador Dean Ornish, o isolamento e a falta de amor estão entre os padrões de comportamento que aumentam assustadoramente os riscos de doenças e morte prematura. Cuidar da saúde não é apenas controlar os níveis de colesterol, mas também achar o amor e a intimidade espiritual. Os solitários e os deprimidos têm entre três a dez vezes mais riscos de contraírem doenças ou de morrerem prematuramente.
Por isso devemos seguir as orientações do mestre: "Amai-vos uns aos outros assim como eu vos amo"!
Até a próxima!
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