Editorial

Mês de agosto inicia com dois importantes chamamentos

Mudando um pouco o foco da pandemia do novo Coronavírus, mas não deixando de lado as adaptações que todos os segmentos estão precisando fazer para continuar trabalhando e desenvolvendo importantes ações.

Vale aqui destacar o trabalho das APAEs que mesmo nesse período, sem poder acolher os alunos, buscam passar as informações necessárias para a continuidade do trabalho.

Nesse sentido, assim como outros anos, o mês de agosto é intitulado como "Agosto Laranja" e destinado a falar, trabalhar e fazer levar a informação até a comunidade sobre as prevenções às deficiências, sendo esta celebração outorgada no município de Anita Garibaldi através da lei municipal nº 2207/2018.

Outro chamamento de atenção para a comunidade neste mês de agosto, é para o "Agosto Lilás", que busca trabalhar, alertar e falar sobre a violência contra a mulher, uma vez que na sexta-feira, dia 7 de agosto, comemora-se a Lei Maria da Penha, que neste ano de 2020 completa 14 anos, prevendo medidas protetivas a mulheres em situação de violência doméstica e familiar.

A violência doméstica inicia muitas vezes com uma simples palavra agressiva e pode terminar no que muitas mulheres temem, que é o feminicídio, a morte...

Em Santa Catarina, no ano de 2019 foram 59 mortes consideradas feminicídio, sendo quase 5 mulheres que tiveram a vida ceifada por seus companheiros ou ex-companheiros a cada mês no estado.

Muitas delas morrem caladas por medo de pedir ajuda, por isso a importância de se falar abertamente sobre o assunto e dedicar não só um mês, mas todos os meses a dar atenção e suporte às mulheres e famílias vítimas de violência doméstica.

Mas o que é feminicídio?

Feminicídio é o termo usado para denominar assassinatos de mulheres cometidos em razão de gênero. Ou seja, a vítima morre simplesmente por ser mulher. Normalmente, a violência é praticada por ex-companheiros ou companheiros das vítimas.

Sinal vermelho na palma da mão

O Conselho Nacional de Justiça - CNJ, lançou uma campanha de ajuda a vítimas de violência doméstica na pandemia, pois em tempos de isolamento social, denunciar os agressores se tornou muitas vezes um problema para as mulheres.

A iniciativa tem como foco ajudar mulheres em situação de violência a pedirem ajuda nas farmácias do país.

O objetivo é manter um canal silencioso onde a vítima faz um X vermelho na palma da mão, podendo ser de caneta ou batom e a farmácia faz uma ligação para o 190.




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